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Mensagem ditada pelo Espírito Fernando de Lacerda

A Caravana Espiritizar em Portugal prossegue com suas atividades em clima de muita fraternidade e espiritualidade. Diariamente o Espírito Fernando de Lacerda vem semeando mensagens consciências sobre a mediunidade. Uma alegria espiritual que preenche os corações sintonizados com essa proposta de gratidão e paz.

Mediunidade e frequência

O incomparável codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, ao estudar o fenômeno mediúnico em sistema incomum de cientificidade e moralidade, cunhou em suas descobertas as páginas memoráveis de O Livro dos Médiuns como o roteiro seguro e intocável para a segurança de todos aqueles que se disponibilizam em descortinar as verdades da existência dos Espíritos.

Dizemos intocável porque na obra ímpar de O Livro dos Médiuns, perceberemos a minuciosa ocupação de sérios sistemas de pesquisa e mensuração levando-os aos resultados gloriosos da mais completa obra de paranormalidade que se têm notícia desde o dia de sua publicação.

Foi com denodado espírito de liberdade e coragem que Allan Kardec se fez o arguto pesquisador dos fenômenos mediúnicos em todos os pontos centrais da mediunidade, catalogando nomenclaturas próprias para fixar com maior clareza as informações transformadoras que a obra traria a toda humanidade.

Estudar o Livro dos Médiuns é um compromisso intransferível a todos os que se referem profitentes da fé espírita e médiuns da nova doutrina do cristianismo redivivo.

Sem considerações de ufanismo ou personalismo de nossa parte, abrimos o preceito inquestionável às opiniões livres de preconceitos que busquem em O Livro dos Médiuns a força intelecto-moral segura para cultivarem a certeza da vida imortal.

Entre os estudos de vulto realizados pelo codificador nessa obra ímpar, podemos salientar a capacidade do codificador em perceber a clara diferença entre médiuns e mediunidade, definindo a faculdade em seu aspecto neutro, porém o seu uso decorrente da qualidade moral do medianeiro.

O ponto central da obra não ficou estagnado em desvendar os mecanismos das comunicações de além-túmulo, mas o papel central da transformação moral dos médiuns perante a mediunidade.

Os mais ousados estudiosos do fenômeno podem enxergar O Livro dos Médiuns como uma obra de cunho prático e informativo apenas sobre os nuances do fenômeno, mas a finalidade essencial da obra foi desdobrar as raízes morais da faculdade mediúnica aplicada a sua finalidade essencial de despertar os valores morais dos médiuns e daqueles que buscam a mediunidade para compreender as leis do mundo espiritual.

O cerne exato da expressiva obra que retrata o compromisso dos médiuns e sua mediunidade está exarado no significado moral da mediunidade para os que vivenciam no dia-a-dia.

A parte da influência moral do médium retrata a mais significativa vitória dos valores morais para o desenvolvimento correto, pontual, prático e útil da mediunidade.  Não fosse esse capítulo na obra e todo fundamento da sua utilidade retrataria apenas o fenômeno de maneira superficial à finalidade a que se destinava.

Considerando o médium como dínamo gerador das frequências morais em torno de si mesmo, Allan Kardec soube com propriedade de gênio, distinguir o bom médium daqueles que apenas possuem boas qualidades mediúnicas.

Aos olhos do codificador o bom médium é aquele que tem ao seu lado a companhia dos bons Espíritos pelos esforços morais que empreende para domar as más inclinações.

O médium que possui apenas boas qualidades mediúnicas tem a facilidade de transmitir o fenômeno, não necessariamente boas comunicações, pois, para isso, a primeira característica deve ser a de ter contacto com Espíritos elevados.

Os desafios para conquistar a frequência almejada com os Espíritos superiores não são outros senão os de ordem íntima, devendo o medianeiro buscar em si próprio os vícios que lhe impeçam de avançar para as frequências mais elevadas.

Construindo em si mesmo o dever de seguir as lições ministradas por seus tutores espirituais, seja o médium a frequência límpida do pensamento excelso da imortalidade e se esforce por aceitar as corrigendas amorosas de seus mentores do além.

Em companhia das almas elevadas, o medianeiro sincero não deve temer ataques ou ameaças, mas permanecer disposto e seguir de consciência tranquila. Aos poucos os desafios maiores serão amenizados e os sentimentos de medo e insegurança vão diminuir para dar lugar à confiança irrestrita em sua tarefa mediúnica.

Lembrai-vos de Kardec, senti-vos Jesus e apresentai-vos aos Espíritos tutores na mais alta frequência de doação e abnegação. Eis a frequência sublime.

Fernando de Lacerda
Águeda – Portugal – 31/01/2014
(Página psicografada pelo médium Afro Stefanini II durante a Caravana Espiritizar por Portugal)
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